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FERNANDA KRAKOVICS
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BRASÍLIA - O Senado aprovou, nesta terça-feira, o projeto do ato médico, que regulamenta a atividade médica, restringindo à categoria atos como a prescrição de medicamentos e o diagnóstico de doenças. A proposta é polêmica e contou com a oposição de categorias como fisioterapeutas, nutricionistas e farmacêuticos. Por isso, a expectativa é que a questão seja levada à Justiça. A matéria agora segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.
_ Uma das polêmicas é que a prescrição terapêutica poder ser um complemento vitamínico ou um exercício bucal e isso poderia ser feito por um nutricionista, por exemplo _ disse a Vanessa Grazziottin (PCdoB-AM).
Outra discussão suscitada pelo projeto é se há médicos suficientes no país, principalmente no interior, para suprir essa demanda.
_ Estamos em um embate para que o Ministério da Saúde leve para o interior condições para a fixação do médico _ afirmou o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto d´Avila.
Na reta final, o projeto foi alterado e exames citopatológicos, assim com seus laudos, foram excluídos do texto, podendo ser feitos por outros profissionais, como bioquímicos e farmacêuticos.
O presidente do CFM, assim como dezenas de médicos, acompanharam, da galeria do plenário do Senado, a votação e comemoraram a aprovação do projeto.
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